TV Belo Monte
A 12ª Reunião do Fórum dos Coordenadores de Campi da Universidade Federal do Pará (UFPA), realizada em 10 de maio, incluiu uma visita aos canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte. O corpo técnico-administrativo e os docentes da instituição de ensino foram acompanhados por representantes da Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da usina, e do Consórcio Construtor Belo Monte, grupo de construtoras, contratado para executar o projeto no Rio Xingu.
Antes do deslocamento até Vitória do Xingu, onde estão todos os canteiros da usina, o assessor da Diretoria Socioambiental da Norte Energia, Ronaldo Crusco, fez uma breve apresentação de dados sobre Belo Monte, como o plano de reassentamento urbano previsto para as famílias que vivem em áreas de risco em Altamira. Em seguida, todos seguiram em comboio até o canteiro sítio Belo Monte, localizado a 50 km da zona urbana de Altamira. “A visita aproxima a comunidade acadêmica do projeto e, para nós, é algo positivo apresentar a obra a esse grupo formador de opinião”, disse Crusco.
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Números do órgão oficial de segurança pública do Pará apontam redução da criminalidade no município
Dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Pará (SEGUP) apontam que houve redução nos índices de criminalidade na cidade de Altamira no período na comparação entre os anos de 2010 e 2011. A informação oficial contradiz o Movimento Xingu Vivo para Sempre que, além de apresentar em coletiva à imprensa no navio do Greenpeace em 10/05 uma informação errada, ainda atribui o suposto aumento de violência à construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte. A notícia foi publicada no jornal Diário do Pará na última sexta-feira (11).
Nas reduções apontadas pela SEGUP, destaque para os crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), com queda de 100%; roubo, com redução de 45,2%; e estupro, que reduziu 5,5%. O único índice que subiu foi o de tráfico de drogas, cujo aumento nos números, segundo a própria SEGUP, deve-se à ação mais ostensiva por parte da polícia para coibir esse tipo de delito.
Veja o quadro comparativo:
Crime 2010 2011 Variação (%)
Estupro 55 52 -5,5
Furto 1.286 1.056 -17,9
Homicídio 47 46 -2,1
Latrocínio 40 0 -100,0
Lesão corporal 391 372 -4,9
Roubo 834 457 -45,2
Tráfico de Drogas 21 53 152,4
Fonte: SISP / SIAC (SEGUP) – DEZ. 2011
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Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, falou com veículos de comunicação locais sobre visita a Belo Monte. Crédito: Vagney Santos
Em uma visita de pouco mais de duas horas, o Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, esteve na sexta-feira (11)em Altamira para conhecer de perto o projeto da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Bezerra foi recebido por pelo diretor de Relações Institucionais da Norte Energia S.A, João Pimentel.
Logo no aeroporto, o ministro anunciou futuros benefícios da pasta voltadas para a região do Xingu. Fernando Bezerra enumerou a valorização dos empreendimentos regionais e qualificação da mão de obra local como os principais objetivos do Ministério da Integração para as cidades de abrangência do projeto da UHE Belo Monte. “O Ministério está envolvido no programa de compensações socioeconômicas e ambientais para os municípios afetados diretamente pelo empreendimento. Temos interesse que os empresários locais tenham cada vez mais participação no fornecimento de materiais e serviços ao empreendimento”, disse o ministro. “Queremos ampliar a qualificação àqueles que vão se empregar nesse grandioso empreendimento do setor energético brasileiro”, completou.
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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará (SEMA) realizou na quarta (9), em Vitória do Xingu, uma audiência pública para discutir a construção do Porto de Belo Monte, como parte integrante da Usina Hidrelétrica Belo Monte, de responsabilidade da Norte Energia S.A.
Cerca de 500 moradores que vivem nas proximidades da área escolhida para edificação do porto, na Vila Belo Monte, compareceram ao evento. A audiência foi presidida pelo titular da SEMA, José Alberto Colares. “Nós tínhamos que avaliar a impressão que a comunidade tinha da obra. Após este evento nós temos condições de seguir com o projeto sem nenhum problema”, declarou Colares.
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Devido a uma matriz energética limpa, levantamento feito pela Anefac
coloca o país no pódio da sustenta bilidade
Gustavo Machado (gmachado@brasileconomico.com.br)
Detentor de uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, o Brasil alcançou a terceira posição entre os países mais sustentáveis do G20 — o grupo das 19 maiores economias mais a União Europeia, que foi desconsiderada do estudo. Segundo o levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), autilização massiva de energia gerada por usinas hidrelétricas — que correspondem a 91% do abastecimento elétrico do sistema interligado nacional — fornece indiretamente bons indicadores referentes à emissão de poluentes e à pegada ecológica de seus habitantes.
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Participe do Prêmio ANA 2012
A Agência Nacional de Água realiza até 1º de junho inscrições para Prêmio ANA 2012. Podem concorrer ações que estimulam o combate à poluição e ao desperdício e apontam caminhos para assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para o desenvolvimento e a qualidade de vida dos brasileiros. Oito categorias estão em disputa: Ensino, Empresas, ONG, Pesquisa e Inovação Tecnológica, Água e Patrimônio Cultural, Imprensa, Organismos de Bacia e Governo.
As inscrições são gratuitas. Os concorrentes poderão inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação.
Concedido a cada dois anos, o Prêmio ANA terá uma Comissão Julgadora composta de membros externos à Agência e com notório saber sobre recursos hídricos, meio ambiente ou patrimônio cultural. Um representante da Agência Nacional de Águas presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade; potencial de difusão/replicação; adesão social; originalidade; impactos social, cultural e ambiental; e sustentabilidade financeira (quando aplicável). Apenas a categoria Água e Patrimônio Cultural terá critérios específicos. A ANA promove a premiação desde 2006.
Para cada uma das oito categorias em disputa, a Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e as vencedoras, que serão conhecidas em solenidade de premiação marcada para 5 de dezembro de 2012 no auditório da Caixa Cultural de Brasília. Os oito vencedores receberão o Troféu Prêmio ANA, concebido pelo mestre vidreiro italiano Mario Seguso exclusivamente para a premiação. O Prêmio tem o apoio da Rede Brasil de Organismos de Bacia (REBOB) e patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Os interessados poderão enviar seus trabalhos por remessa postal registrada aos cuidados da Comissão Organizadora do Prêmio ANA 2012 ao seguinte endereço: SPO, Área 5, Quadra 3, Bloco “M”, Sala 222, Brasília (DF), CEP: 70610-200. A data de postagem será considerada como a de entrega.
Cronograma
• Inscrições: até 1º de junho de 2012;
• Prazos de julgamento: de 6 de agosto a 14 de setembro e de 8 a 12 de outubro de 2012;
• Comunicação aos finalistas: de 29 de outubro a 2 de novembro de 2012;
• Cerimônia de premiação: 5 de dezembro de 2012.
Mais informações
Acesse o hotsite www.ana.gov.br/premio, envie e-mail para premioana@ana.gov.br ou ligue para (61) 2109-5412.
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Com informações da ASCOM-ANA
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Da esquerda para a direita: o Gerente de Relações Institucionais do CCBM, Flávio Acatauassú, o Diretor Administrativo do CCBM, Marcos Sordi, o dep. Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), o dep. Lira Maia (DEM-PA), o Diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João Pimentel, e o dep. Laércio Oliveira (PR-SE)
O Diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João Pimentel, e o Diretor Administrativo do Consórcio Construtor Belo Monte, Marcos Sordi, apresentaram ontem (03), aos membros da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados, o canteiro de obras do Sítio Belo Monte, localizado no município de Vitória do Xingu, a 50 km de Altamira. A comitiva formada pelos deputados federais Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), Laércio Oliveira (PR-SE) e Lira Maia (DEM-PA) esteve na região do Xingu para acompanhar o andamento das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte.
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Assembléia de constituição da Cooceramistas. Foto: Vagney dos Santos
A Norte Energia e a Organização das Cooperativas Brasileiras – Seção Pará (OCB/PA) concluíram a criação da Cooperativa do Núcleo Ceramista de Altamira (Cooceramista). A ação vai atender diretamente 300 famílias que vivem dessa atividade na região e faz parte do Programa de Recomposição das Atividades Oleiras, previsto no Projeto Básico Ambiental (PBA) da Usina Hidrelétrica Belo Monte. O setor oleiro trabalha na produção de objetos que utilizam o barro ou argila como matéria prima, como tijolos e telhas.
Durante a assembléia geral de constituição da cooperativa, no auditório da Norte Energia, em Altamira, os membros votaram a aprovação do estatuto, elegeram a diretoria e já programaram a primeira reunião como membros oficiais da Cooceramista. “Sozinho a gente não consegue conquistar o mercado, agora com o grupo formado, nós vamos ter força para trabalhar”, defendeu Jorge Carlos, que há 25 exerce a profissão de oleiro sem registro profissional. Entre as vantagens da organização em cooperativa, está a possibilidade dos produtores conseguirem linhas de crédito para melhorar as técnicas da produção oleira de Altamira. Com mais tecnologia, amplia-se as possibilidades econômicas, já que subprodutos também poderão ser feitos, como por exemplo, pisos de cerâmica.

As olarias de Altamira poderão agora ter acesso à políticas de crédito por meio da Cooperativa
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Diretor da Norte Energia apresenta avanços do PDRS Xingu. Crédito: Vagney Santos
Ao final da décima reunião ordinária do Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS Xingu), muitos avanços foram atingidos. A avaliação é de João Pimentel, Diretor de Relações Institucionais da Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte.
O evento foi promovido na sede Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Altamira (ACIAPA), nos dias 26 e 27 de abril, espaço alugado pela Norte Energia especialmente para esses eventos. Para o Diretor João Pimentel, os bons resultados do encontro foram oportunos para esclarecer o andamento do PDRS XINGU. Para ele, esse foi o primeiro aspecto esclarecedor do encontro entre representantes do CGDEX.
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Artigo publicado nesta quarta-feira no jornal O Liberal, de autoria do engenheiro eletrônico e político Nicias Ribeiro.
No século XVIII, D. Maria I, a rainha de Portugal, soube que existia no Brasil um rio grande, de águas verde-escuras, que nascia no centro da Colônia e desaguava no rio Amazonas, e que muito embora fosse um rio, na verdade eram dois rios.
É claro que uma informação como esta, além de estranha, era muito difícil de ser compreendida por D. Maria I, cuja loucura estava em franca evolução. Contudo, Sua Majestade determinou a um padre alemão, que já lhe havia feito alguns serviços especiais, que fosse até a Colônia averiguar a existência daquele estranho rio.
Assim sendo e após chegar à foz do “rio-mar”, o padre subiu aquele rio de águas barrentas até o segundo grande afluente a sua esquerda. Ao identificar o rio das águas verde-escuras, adentrou rumo as suas nascentes a fim de descobrir o mistério que tanto incomodava a rainha. E assim, após passar por onde hoje é a cidade de Porto de Moz e depois Souzel, a atual cidade de Senador José Porfírio, deparou com uma grande cachoeira, intransponível, o que o levou a contorná-la chegando ao local da atual cidade de Vitória do Xingu; de onde, sempre apoiado pelos índios, caminhou por uma vereda, que hoje é a rodovia PA-415, até um igarapé de água muito fria e que desaguava num rio grande, também de águas verde-escuras e que corriam num sentido semelhante ao do outro rio que havia abandonado.
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